Pacientes com doença renal crônica triplicam em 16 anos no Brasil

Os rins são responsáveis pela filtragem de substâncias e nutrientes existentes no organismo, dando um equilíbrio significativo, pois os componentes necessários são absorvidos, ao passo que, os tóxicos são eliminados pela urina. Dentro disso, ajudando extremamente na pressão arterial e no controle da concentração de cálcio e fósforo no sangue, transcendendo para a saúde dos ossos e na manutenção dos glóbulos vermelhos que, se não forem tratados podem levar à anemia. Mas, os problemas não acabam por aí.

A insuficiência renal crônica ocorre quando uma doença – em especial hipertensão arterial e diabetes, as que mais causam este tipo de problema – prejudicam a função renal, provocando danos aos rins, tendendo a pioras do quadro ao longo de vários meses e até anos. Quando não identificada e tratada a insuficiência, pode levar à paralisação dos rins.

Em uma média de 16 anos no Brasil, a quantidade de pessoas com esta doença, só cresce. A necessidade de enfermos que precisam de diálise passou de 42 mil em 2000 para 122 mil pessoas no ano de 2016, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia. A questão é preocupante e requer uma atenção especial.

Sou autor do Projeto de Lei 532/2007/ Lei nº 15.426/11, que promove o Programa de Prevenção e Combate às Doenças Renais Crônicas na cidade de São Paulo. Este plano contempla atividades públicas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, além do treinamento para profissionais da saúde e a realização facilitada para exames específicos.

Sempre trabalhando pela saúde pública.

Gilberto Natalini- Médico e Vereador (PV/SP)



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