Envelhecimento Ativo

A população idosa paulistana representa uma expressiva e significativa proporção: 1 milhão e 500 mil idosos em São Paulo. As diretrizes das políticas públicas para esse segmento requerem estratégias para garantir condições de autonomia, integração e participação efetiva da pessoa idosa na sociedade, na comunidade e na família, reafirmando o seu direito à vida, à saúde e à dignidade.

A população está envelhecendo e os governos e a própria sociedade precisam tomar providências urgentes para atender a demanda que vem pela frente. Temos nos pautado no trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS), que criou a Rede Global de Cidades Amigas do Idoso, como parte da resposta ao rápido envelhecimento das populações. Este projeto é a continuação de uma iniciativa da OMS, que em 2006 buscou identificar características essenciais do ambiente urbano propícias a um envelhecimento ativo e saudável.

Se não desenvolvermos as políticas necessárias para os idosos com urgência, no futuro não teremos recursos para os outros grupos populacionais, porque teremos mais idosos doentes e institucionalizados e isso custa dinheiro. Segundo Dr. Alexandre Kalache, doutor em saúde pública e um dos idealizadores do projeto na OMS, não se trata de uma guerra entre gerações. As políticas para o envelhecimento são uma forma de liberarmos recursos para os outros grupos populacionais. Ele ainda observa que é necessária a implantação de políticas intersetoriais voltadas aos integrantes da 3ª idade, que passa por moradia, transporte, saúde, informação, serviços, acessibilidade e segurança pública.  “O Brasil vive a revolução da longevidade, otimizar as oportunidades de saúde, educação continuada e participação na vida social, de modo a alimentar a qualidade de vida, significa promover envelhecimento ativo. Todos devem abraçar o envelhecimento, seja qual for a área de atuação, porque essa revolução está aqui para ficar”, disse Dr. Kalache.

“Já somos 1 milhão e 500 mil idosos na cidade de São Paulo, estima-se que em 2050 esse número irá triplicar e ultrapassar o número de crianças. O envelhecimento não pode ser visto como um problema social e sim como uma conquista, por isso precisamos trabalhar para que as pessoas envelheçam com futuro. Precisamos avançar muito nas políticas públicas voltadas aos idosos, o poder público não está acompanhando o crescimento desse segmento da população. O envelhecimento ativo é o caminho para que as pessoas vivam mais, com mais qualidade de vida”, disse Natalini.

 

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